Quando a gente fala de ecoturismo, muita gente pensa logo em trilha, aventura, natureza. E sim, tudo isso faz parte. Mas no Vale do Catimbau, esse movimento vai muito além. O Encontro de Ecoturismo é uma transformação em várias camadas: na economia, na cultura, no meio ambiente e no sentimento de pertencimento da comunidade local!
Desde a primeira edição, o evento tem mostrado pra gente que o turismo sustentável é capaz de movimentar, de verdade, uma região inteira. Só no primeiro ano, foram cerca de 4.500 pessoas alcançadas, com presença na TV aberta e fechada, rádio, internet e até repercussão internacional. O impacto foi tão grande que as hospedagens ficaram praticamente lotadas não só em Buíque, mas também em Arcoverde, a 25 km do parque. Já pensou?
Mas o que aconteceu no último encontro mostra que o potencial vai ainda mais longe. Com mais de 200 pessoas inscritas de todas as regiões do Brasil e visitantes da Europa e América do Norte, o evento foi um estouro e movimentou de 300 a 400 pessoas por dia, por conta da programação gratuita. A estimativa que a gente tem desse último encontro foi de aproximadamente R$ 150 mil circulando pela economia regional (isso tudo em só 4 dias visse).
São números que mostram como a união entre turismo, cultura e preservação pode transformar realidades de forma acessível e coletiva. O Encontro é gratuito, envolve a comunidade, fortalece cadeias produtivas locais e promove experiências que conectam as pessoas à natureza e à história do lugar!
No Catimbau, turismo não é só passagem: é permanência, é troca, é impacto positivo. E a próxima edição promete ser ainda maior. E aí, já se programou pra vir?
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Carnaval chega e o povo já sabe que é multidão, sobe e desce ladeira, sol rachando, fila para tudo e aquela luta durante sete dias por uma garrafinha d’água, ou talvez, aquela 3 por 10 gelada. Tem quem ame, tem quem aguente e tem quem chegue no meio da festa pensando: “era disso que precisava mesmo?”
A gente sabe que existem lugares que a gente visita, tira uma foto e pronto, automaticamente parece que tudo aquilo perde a graça ou a magia. Mas também existem lugares que fazem a gente parar, respirar fundo e pensar: “Rapaz… isso aqui é de verdade? Não precisava nem de filtro.”