O MISTÉRIO DAS PINTURAS RUPESTRES : SANGUE OU TINTA ?


O MISTÉRIO DAS PINTURAS RUPESTRES : SANGUE OU TINTA ?

O MISTÉRIO DAS PINTURAS RUPESTRES : SANGUE OU TINTA ?

Quem chega ao Sítio Arqueológico Alcobaça, no Vale do Catimbau, para na frente das pinturas rupestres e quase sempre faz a mesma pergunta, isso é sangue?

É uma dúvida antiga. E faz sentido, a cor avermelhada, forte, nas pedras expostas ao sol do sertão há milhares de anos, impressiona qualquer um.

Mas a resposta tá na ciência, e é ainda mais arretada do que o próprio mistério.

O que é de verdade?

Os pigmentos usados pelos povos que habitaram o Catimbau eram feitos de óxido de ferro, o mesmo mineral que dá a cor vermelha ao solo do sertão, misturado com gordura animal pra dar liga e fixar na pedra.

Uma mistura simples, feita com o que a natureza oferecia. E forte o suficiente pra aguentar milhares de anos de sol quente, vento e chuva.

O que elas contam?

Mais do que técnica, as pinturas rupestres do Alcobaça são registro de vida. Tem cena de caça, figuras humanas, animais e símbolos que até hoje ninguém conseguiu decifrar por completo.

É a voz de povos que não tinham escrita, mas encontraram nas pedras um jeito de dizer, a gente passou por aqui.

Ver isso ao vivo, com contexto e com quem conhece cada cantinho do lugar, muda totalmente a experiência. O silêncio, o calor da pedra, o tamanho da história… tudo ganha outro sentido.

O Guia de Montanha te leva até lá. Vem timbora.

Tem coisa que só vendo mesmo. Bora ver isso de perto?



Deixe seu comentário

Sua opinião é muito bem-vinda! Pedimos apenas que mantenha o respeito, a educação e o bom senso ao comentar. Comentários ofensivos, desrespeitosos ou fora de contexto não serão tolerados e poderão ser removidos. Vamos manter um ambiente agradável e construtivo para todos.

+=
A pedra que já foi fundo do mar: a geologia que esculpiu o Catimbau

A pedra que já foi fundo do mar: a geologia que esculpiu o Catimbau

Tem quem olhe pra essas pedras gigantes e ache que sempre estiveram ali, do jeito que estão hoje. Mas cada paredão do Catimbau carrega uma história de milhões de anos, escrita em camada, cor e forma.

 No Catimbau, a conexão com a natureza e a altura vira remédio contra o estresse urbano

No Catimbau, a conexão com a natureza e a altura vira remédio contra o estresse urbano

A rotina da cidade não desliga nunca. Notificação, trânsito, prazo apertado, o corpo carrega esse peso o dia inteiro, mesmo quando a mente já nem percebe mais.

A história do frevo e a força da cultura pernambucana nas alturas

A história do frevo e a força da cultura pernambucana nas alturas

Tem ritmo que não fica só na música, vira jeito de ser. É assim com o frevo, um dos maiores símbolos de Pernambuco, e é assim também com o Catimbau, terra que ensina o povo a subir e resistir desde sempre.


Utilizamos cookies para melhorar sua experiência em nosso site. Cookies são pequenos arquivos armazenados no seu dispositivo que lembram suas preferências. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies, nossa Política de Privacidade e nossos Termos de Uso.

Whatsapp