A região do Parque Nacional do Catimbau possui quase uma centena de sítios arqueológicos, grutas e pinturas rupestres de épocas e estilos diferentes com mais de 5.000 anos.
O Parque ocupa parte dos municípios de Buíque, Arcoverde e Tupanatinga. Seus 62.300 hectares de reserva preservada, com 13 trilhas oficiais, que devem ser percorridas obrigatoriamente com o acompanhamento de um guia, e 30 sítios arqueológicos registrados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), deram ao Catimbau o título de Capital Pernambucana da Arte Rupestre.
Os sítios arqueológicos do vale são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924/61, sendo, então, considerados bens patrimoniais da União.
Essa importância não vem apenas das belas paisagens, das formações naturais, ou da flora e fauna características do bioma caatinga, único no mundo, mas, principalmente, por fornecer informações sobre costumes, práticas e estruturas do nosso passado.
Cada cantinho conta um pouco da nossa história e nos mostra de onde viemos, através de registros fósseis, pinturas rupestres e entre outros. Dessa forma, se torna uma motivação para o turismo pedagógico, ecológico e cultural, que ocorre atualmente graças a proteção desses espaços.
Sua força turística é ainda mais alimentada com as histórias das comunidades e culturas quilombolas. A reserva indígena Kapinawá conserva até hoje sua cultura, como o toré, expressão máxima de religiosidade ancestral mantida com muita luta.
O Parque Nacional do Catimbau, que nos encanta com suas trilhas de visual cenográfico e endereço do segundo maior conjunto de pinturas rupestres do Brasil, mostra o poder do passado, a beleza do presente e a possibilidade de um futuro ainda mais sustentável.
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Carnaval chega e o povo já sabe que é multidão, sobe e desce ladeira, sol rachando, fila para tudo e aquela luta durante sete dias por uma garrafinha d’água, ou talvez, aquela 3 por 10 gelada. Tem quem ame, tem quem aguente e tem quem chegue no meio da festa pensando: “era disso que precisava mesmo?”
A gente sabe que existem lugares que a gente visita, tira uma foto e pronto, automaticamente parece que tudo aquilo perde a graça ou a magia. Mas também existem lugares que fazem a gente parar, respirar fundo e pensar: “Rapaz… isso aqui é de verdade? Não precisava nem de filtro.”