Quando aquele amigo vem falar em ecoturismo, a primeira imagem que vem na nossa cabeça é: “trilha, mato e sol quente na cabeça”. Mas ó… deixa eu te contar, o negócio vai muito além disso, viu?
Aqui no Catimbau, o ecoturismo é um grande combo de surpresas, cheio de detalhes, cultura, gaitice, aprendizado e até umas dores nas pernas (porque ninguém é de ferro, né?).
Olha só umas coisas que talvez tu nem imagine:
Ecoturismo é reencontrar gente e história
Não é só olhar pedra e planta não. É ouvir causo de morador, é conhecer artesãos que fazem peça com raiz da terra, é ver pintura rupestre que tá lá há milhares de anos te lembrando que essa terra tem memória. É turismo, mas também é encontro!
Quando tu compra um prato de guisado na pousada da esquina, ou leva uma lembrança feita à mão, tu tá colocando dinheiro direto na mesa de quem vive aqui. É a renda que fica na comunidade, é o orgulho que cresce junto com cada visita.
Ecoturismo não é reality de sobrevivência, não. Aqui tem trilha leve, passeio tranquilo, caminhada em família e até rolê só de contemplar a paisagem sem suar tanto. Cada um do seu jeitinho.
Sabe aquele galo-de-campina cantando? Ou o mandacaru florindo de madrugada? Cada detalhe da caatinga vira teu professor. E quando tu volta pra casa, até um pé de xique-xique na estrada parece mais especial
Sim, pode ter calor, poeira, subida que dá vontade de sentar e chorar. Mas cada suspiro se paga quando tu chega no topo e vê o Vale inteiro se abrindo diante de ti. Quem vem, nunca esquece.
Então, da próxima vez que aquele amigo disser que ecoturismo é “só andar no mato”, tu já sabe responder que é andar, rir, aprender, ajudar, sentir e voltar diferente.
E no Catimbau, cada detalhe prova que o sertão é muito mais do que parece. Bora viver isso de perto?
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Carnaval chega e o povo já sabe que é multidão, sobe e desce ladeira, sol rachando, fila para tudo e aquela luta durante sete dias por uma garrafinha d’água, ou talvez, aquela 3 por 10 gelada. Tem quem ame, tem quem aguente e tem quem chegue no meio da festa pensando: “era disso que precisava mesmo?”
A gente sabe que existem lugares que a gente visita, tira uma foto e pronto, automaticamente parece que tudo aquilo perde a graça ou a magia. Mas também existem lugares que fazem a gente parar, respirar fundo e pensar: “Rapaz… isso aqui é de verdade? Não precisava nem de filtro.”