Conheça os Kapinawá, povo da região do Vale do Catimbau


Conheça os Kapinawá, povo da região do Vale do Catimbau

Conheça os Kapinawá, povo da região do Vale do Catimbau

É dever nosso celebrar e homenagear os povos indígenas ao redor do mundo! Em especial ao povo Kapinawá, nativos do Vale do Catimbau.


Você sabia que Pernambuco é um dos estados com maior número de povos indígenas mapeados? É isso mesmo! De acordo com um levantamento da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), estamos em quarto lugar no ranking nacional, isso mostra a importância dessa população na história do nosso Estado.


Para traçar o perfil dos povos originários, pesquisadores de universidades do Nordeste criaram o Atlas virtual com dados sobre as etnias que vivem no estado. O portal reúne mapas interativos, textos e imagens e pode ser acessado pelo www.atlasindigena.org


Segundo o levantamento da UFPE as tribos mapeadas no território pernambucano são: Atikum, Fulni-ô, Kambiwá, Kapinawá, Pankará, Pankararu, Pipipã, Truká, Tuxá e Xucuru. 


Os Kapinawá, povo tradicional da região do Vale do Catimbau, ocupam um cidades como Buíque, Tupanatinga e Ibimirim.  O mesmo estudo da UFPE aponta que há cerca de 2.297 indígenas dos Kapinawá na região que lutam até hoje por novo estudo de terra que contemple áreas consideradas imprescindíveis para eles, localidades onde encontram-se sítios arqueológicos ou de pinturas rupestres dos seus antepassados. 


Com uma história milenar, eles são guardiões de saberes ancestrais, tradições e uma relação profunda com a natureza do sertão. Os Kapinawá resistem, compartilham seus conhecimentos e, acima de tudo, nos inspiram a valorizar e respeitar as raízes indígenas que moldaram nossa história.

É essencial reconhecer que o dia de hoje é um momento não apenas de celebração, mas também de reflexão em relação aos desafios enfrentados por esses povos. A luta pela demarcação de terras, a preservação de idiomas e tradições, além do combate ao preconceito e à discriminação, são batalhas diárias enfrentadas pelos indígenas.

Portanto, vamos unir nossas vozes em apoio e solidariedade aos povos originários para garantir que suas vozes sejam ouvidas, suas terras sejam protegidas e suas tradições sejam valorizadas. Viva os povos indigenas, símbolo de força e resistência. 

-

Povos Indígenas - UFPE: https://www.ufpe.br/nepe/povos-indigenas 

Índios em Pernambuco:http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&id=649 

Pernambuco tem quarta maior população de povos originários do país, diz atlas que traça perfil de indígenas: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2023/01/27/atlas-virtual-traca-perfil-de-indigenas-de-pernambuco-estado-tem-4a-maior-populacao-de-povos-originarios-do-pais.ghtml 

https://www.ufpe.br/nepe/povos-indigenas/kapinawa 




Jaqueline | 27/04/2024

Sou descendente direta de kapinawás, como posso entrar em contato com meu povo e minhas raízes novamente?


Maria Lúcia de Araújo Silva | 26/03/2025

Gosto da cultura indígena


Deixe seu comentário

Sua opinião é muito bem-vinda! Pedimos apenas que mantenha o respeito, a educação e o bom senso ao comentar. Comentários ofensivos, desrespeitosos ou fora de contexto não serão tolerados e poderão ser removidos. Vamos manter um ambiente agradável e construtivo para todos.

+=
Decifrando o Catimbau: O que nossos antepassados queriam nos dizer?

Decifrando o Catimbau: O que nossos antepassados queriam nos dizer?

O Catimbau não é só paisagem bonita, não, visse. Ele é um acervo a céu aberto da Pré-História do Nordeste.

Desapega do Glitter, seu carnaval é no Catimbau!

Desapega do Glitter, seu carnaval é no Catimbau!

Carnaval chega e o povo já sabe que é multidão, sobe e desce ladeira, sol rachando, fila para tudo e aquela luta durante sete dias por uma garrafinha d’água, ou talvez, aquela 3 por 10 gelada. Tem quem ame, tem quem aguente e tem quem chegue no meio da festa pensando: “era disso que precisava mesmo?”

Os 4 mirantes mais “instagramáveis” do Catimbau

Os 4 mirantes mais “instagramáveis” do Catimbau

A gente sabe que existem lugares que a gente visita, tira uma foto e pronto, automaticamente parece que tudo aquilo perde a graça ou a magia. Mas também existem lugares que fazem a gente parar, respirar fundo e pensar: “Rapaz… isso aqui é de verdade? Não precisava nem de filtro.”


Utilizamos cookies para melhorar sua experiência em nosso site. Cookies são pequenos arquivos armazenados no seu dispositivo que lembram suas preferências. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies, nossa Política de Privacidade e nossos Termos de Uso.

Whatsapp