Se você pensou que sua visita ao Catimbau seria apenas seguir os roteiros das trilhas, andar milhas a fio e tirar fotos dessa viagem, deixa eu te falar: você está muito enganado (a). Ao menos com a Guia de Montanha, a história é outra.
Conhecemos cada canto desse paraíso que é o Vale do Catimbau, e a visitação conosco é mais minuciosa e MUITO mais proveitosa.
Durante a programação dos nossos roteiros, o que não vai faltar é música, informação, pausas contemplativas, muita história, geologia, ancestralidade e cultura. Afinal, estaremos em um dos maiores parques arqueológicos do Brasil; isso é muita coisa, ok?
Se você está se perguntando: “Que horas rola tudo isso?”, saiba que está tudo dentro do planejado.
As músicas e cantorias ficam por conta de Klauss, nosso guia, que se encarrega de animar o caminho das trilhas. É andando e ouvindo música boa. “O pôr do sol daqui do Catimbau nunca é igual a outro” conta Thiago, guia e músico da equipe Guia de Montanha, outro guia integrante é o Ramon, poeta, ele recita poesias, poemas e causos dentro de toda a sua vivência como local e nativo de Buíque.
Durante as pausas entre uma trilha e outra, ou até mesmo no caminho, sempre rola uma intervenção cultural e/ou informação ou curiosidade do Catimbau, são nesses momentos que você fica sabendo de coisas que só existem aqui.
E dependendo de como for sua estadia, você verá muitos poetas locais; às vezes, levamos eles para recitar alguns poemas no nosso roteiro.
Quem conhece o Catimbau na companhia da Guia se sente como um verdadeiro local; e não somos nós que dizemos isso, tá? Aqui, a jornada de descoberta é única e completa, e fazemos questão de que vocês vivam e experimentem isso de perto.
Das contações de poesias, passando pelas dicas das melhores fotos e informações culturais sobre povos antigos e pinturas rupestres, a Guia transforma sua visita ao Catimbau em uma verdadeira imersão memorável.
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Carnaval chega e o povo já sabe que é multidão, sobe e desce ladeira, sol rachando, fila para tudo e aquela luta durante sete dias por uma garrafinha d’água, ou talvez, aquela 3 por 10 gelada. Tem quem ame, tem quem aguente e tem quem chegue no meio da festa pensando: “era disso que precisava mesmo?”
A gente sabe que existem lugares que a gente visita, tira uma foto e pronto, automaticamente parece que tudo aquilo perde a graça ou a magia. Mas também existem lugares que fazem a gente parar, respirar fundo e pensar: “Rapaz… isso aqui é de verdade? Não precisava nem de filtro.”